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Energias renováveis, ESG e o Brasil no Acordo de Paris

Por GDSolar

Com a retomada da importância do Acordo de Paris no cenário global, muitas empresas já estão discutindo a melhor forma de atingir o equilíbrio das suas emissões de gases efeitos estufa (GEE) e seguir à risca os preceitos do ESG.

A sigla – do inglês, environmental, social and governance -, apareceu pela primeira vez em 2004, em uma publicação do Pacto Global ONU, feita em parceria com o Banco Mundial. O texto fazia parte de uma provocação do então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, feita para 50 presidentes de grandes instituições financeiras, sobre como incluir ações do tripé de sustentabilidade na avaliação financeira das empresas.

O mercado acatou a recomendação da ONU. Mas o anúncio da BlackRock – a maior gestora de recursos do mundo, com mais de US$ 6 trilhões em carteira -, sobre a decisão de incluir as métricas ESG em todas as suas análises de riscos a partir de 2020, tornou a presença da sigla obrigatória em empresas que querem manter sua trajetória de crescimento.

Fonte: SEEG Brasil

Como o Brasil é um dos países signatários do Acordo de Paris, e assumiu a meta de reduzir em 37% suas emissões de GEE até 2025*, a preocupação do mercado em avaliar e adotar as práticas ESG é considerando um caminho natural para o cumprimento desse acordo.

“É uma meta ambiciosa e fica ainda mais desafiadora considerando que até 2030 a meta brasileira é de redução de 43% da emissão soberana de GEE”, afirma Emerson Kapaz, diretor de relações institucionais da GDSolar. “Além de as empresas considerarem a adoção das melhores práticas de ESG, sabemos que a substituição da matriz energética por fontes mais sustentáveis, como a eólica e a solar, são excelentes estratégias para que as empresas brasileiras contribuam para que o País cumpra esse compromisso”.

A GDSolar e seus parceiros fazem parte desse movimento. No último ano contribuímos com o desenvolvimento social, com o resultado dos nossos parceiros e evitamos que 36.000 toneladas de CO² fossem lançadas na atmosfera do planeta*.

*Comparada com a matriz energética brasileira, as usinas solares instaladas no País emitem cerca de 80% menos GEE por kW/h produzido.